Clínica | Tratamento ATM | Disfunção ATM

  • Localização Alameda Santos, 2315 - cjs 74/75
    Jardins - São Paulo / SP

  • Telefone (11) 3062.1622
    (11) 99928.0625 Logo

Depoimentos

Paciente: Silvana Pereira Fernandes Bonano
Idade - 36 anos / Prof. Advogada

1- De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia?
R- A principio me deixavam de mal humor, depois de algum tempo me deixavam deprimida e desesperada. Demorei 4 meses até ser diagnosticada pelo Dr. Aprigio Zangerolami especialista em dtm e dor orofacial.

2- Como ficava seu humor?
R- Muito mal humorada e triste com a sensação de que iria morrer, que tinha uma doença grave.

3- Você chegou a ser diagnosticada erroneamente?
R- Não, porém os especialistas a quem recorri não conseguiram identificar o problema, consultei vários profissionais como: neurologista, homeopata, ortopedista, incluisive exames foram feitos como tomografia do crânio.

4- Poderia escrever as dores das lesões que você sentia?
R- Eram dores lascinantes na testa entre os olhos, bochechas, nariz e têmporas. Já acordava sentindo dores que pioravam principalmente após o almoço, diariamente.

5- Qual foi o fator desencadeante das lesões e dores?
R- Nao sei dizer.

6- Como você se tratou?
R- Fiz o diagnóstico correto e um tratamento eficaz e não invasivo na clinica do Dr. Aprigio Zangerolami.

7- Quais as dificuldades, ou facilidades, como o tratamento?
R- Dificuldades nenhuma, extremamente fácil quando acompanhado por um profissional especializado e dedicado. Porém é preciso persistência para não parar o tratamento ao primeiro sinal de melhora.

8- O que mudou na sua vida com o tratamento?
R- Voltei a sorrir, a ter qualidade de vida, às vezes nem acredito que me livrei daquele tormento.

9- Como você se sente hoje?
R- Ótima, sem dor, feliz e aliviada.

10- Que conselhos , dicas e sugestões você daria para quem tem o mesmo problema?
R- Não sofra, o tratamento existe é eficaz e esta à disposição , marque uma consulta com Dr. Aprigio Zangerolami com brevidade e abrevie seu sofrimento, o meu durou 4 meses antes de conhecer meu rela problema.

Paciente - Jussara Curth
Profissão - Advogada

1 - De que maneira as dores de cabeça e os outros sintomas influenciavam seu dia a dia?
R - De maneira a me tirar a concentração do trabalho e prejudicando sobremaneira o meu dia a dia.

2 - Como era seu humor antes do tratamento?
R - Mantendo as aparências de bom humor.

3 - Você já tinha feito algum tratamento de d-atm e dor orofacial, anterior a esse?
R - Não.

4 - Você tinha noção que os sintomas incluindo a dor de cabeça tinham relação com a disfunção da articulação temporomandibular?
R - Não.

5 - Como se sente hoje, após se submeter ao tratamento com o profissional acima?
R - Estou conseguindo descansar à noite, recuperando-me para as atividades do dia seguinte, o que me resulta melhor atuação profissional.

6 - Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
R- Procurar o Dr. Aprígio.

Paciente: Maria Aparecida Gil Bôa
Idade- 62 anos

1 - De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia?
R - Á noite as dores eram piores, impedindo um sono tranqüilo.

2 - Como ficava seu humor?
R - Péssimo

3 - Você chegou a ser diagnosticada erroneamente?
R - Não

4 - Poderia descrever as dores das lesões que você tinha?
R - Dores de cabeça e de ouvido

5 - Qual foi o fator desencadeante das lesões?
R - Excesso de tensão.

6 - Como você tratou?
R - Na clínica AZ odontologia com o especialista na área de disfunção temporomandibular e dor orofacial , Dr. Aprigio Zangerolami.

7 - Quais as dificuldades, ou facilidades, com o tratamento?
R - O tratamento foi tranqüilo e fácil. Me senti muito segura.

8 - O que mudou com o tratamento?
R - Estou sem dor e sem apertar os dentes.

9 - Como você se sente hoje?
R - Feliz e sem dor.

10 - Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
R - Que procure o quanto antes um profissional de confiança e especialista na área.

Paciente: Albino Villas Bôas
Idade: 52 Anos

1 - De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia?
R - Era um travamento, não conseguia trabalhar.

2 - Como ficava seu humor?
R - Péssimo. Tentava me controlar o máximo para não explodir.

3 - Você chegou a ser diagnosticado erroneamente?
R - Não. Apenas não dei sorte em encontrar o profissional certo (antes).

4 - Poderia descrever as dores das lesões que você tinha?
R - Dor lombar, cervical, no pescoço e na cabeça.

5 - Qual foi o fator desencadeante das lesões?
R - Profissão, pressão, stress, etc.

6 - Como você tratou?
R - Não travava. Tomava analgésicos diariamente.

7 - Quais as dificuldades ou facilidades com o tratamento?
R - Com o tratamento atual estou sem analgésicos a 02 semanas e sem dores de cabeça.

8 - O que mudou com o tratamento?
R - As dores estão acabando aos poucos.

9 - Como você se sente hoje?
R - Muito confiante e sem dores.

10 - Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
R - Procurar ajuda imediatamente junto a profissional gabaritado.

Paciente: Lucélia Zavattini
Profissão : Advogada

1- De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia?
R- As dores mexiam com o meu humor, pois apesar de não serem tão fortes, eram contínuas, ou seja, era um incômodo persistente.

2- Como ficava seu humor?
R- Diminuía o meu bom humor, e fatalmente vinha a seguinte pergunta: Porque tinha que acontecer isso? Mas não chegou a afetar meu desempenho profissional.

3- Você chegou a ser diagnosticado erroneamente?
R- Não.

4- Poderia descrever as dores das lesões que você tinha?
R- Sentia como se um osso roçasse em outro, causando a dor.

5- Qual foi o fator desencadeador das lesões ?
R- Foi a tensão acumulada por anos consecutivos.

6- Como você se tratou?
R- Tratei conforme orientação do especialista em dor orofacial e disfunção de atm, com compressas frias e quentes, laser terapia, exercícios orientados pelo profissional, uso da placa neuro muscular durante a noite e aplicações de eletro pós estimulação em pontos doloridos e a correção de hábitos nocivos adquiridos.

7- Quais as dificuldades, ou facilidades, com o tratamento?
R- O tratamento em si não é difícil, basta ter vontade e perseverança.

8-O que mudou com o tratamento?
R- O tratamento funcionou perfeitamente, a impressão que eu tenho agora é que nunca tive problema nenhum.

9-Como você se sente hoje?
R- Me sinto bem, consciente que devo me policiar para não tencionar a mandíbula, não apertar os dentes, e ter postura adequada.

10- Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
R- Procurar um bom profissional especializado e seguir direito o tratamento, ser disciplinado e persistente com o mesmo. Ser consciente que em grande parte a eficácia do tratamento depende da própria pessoa.

Paciente: Rodrigo dos Reis Pinto
Profissão: Funcionário público

1 - De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia?
R - Perdia dias de trabalho, festas etc.

2 - Como ficava seu humor?
R - Ruim.

3 - Você chegou a ser diagnosticado erroneamente?
R - Sim.

4 - Poderia descrever as dores das lesões que você tinha?
R - Dores fortes, com enjôos.

5 - Qual foi o fator desencadeante das lesões?
R - Tensão.

6 - Como você tratou?
R - Com exercícios, dieta, medicamentos específicos, placa miorrelaxante, etc.

7 - Quais as dificuldades ou facilidades com o tratamento?
R - Sem dificuldades.

8 - O que mudou com o tratamento?
R - Tenho mais disposição.

9 - Como você se sente hoje?
R - Muito bem.

10 - Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
R - Cuidem-se. O tratamento vale a pena e dá resultados.

Nome do paciente: Nilza Rabello
Profissão: Professora

1- De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia ?
R- Influenciavam no modo de levar a vida, sem vontade de sair e de conversar.

2- Como ficava seu humor?
R- Mal

3- Você chegou a ser diagnosticado erroneamente?
R- Infelizmente sim.

4- Poderia descrever as dores das lesões que vc tinha?
R- Dores bilaterais, sentido da cabeça e pescoço.

5- Qual foi o fator desencadeador das lesões?
R- Não me lembro, só sei que comecei a sentir as dores à 12 anos.

6- Como vc se tratou?
R- Primeiro fui ao dentista que me indicou o especialista em disfunção temporomandibular e dor orofacial – Dr. Aprigio Zangerolami

7- Quais as dificuldades , ou facilidades , com o tratamento?
R- Só facilidades, com a colocação da placa, e os ajustes, fui seguindo as orientações do profissional e a dor foi passando.

8- O que mudou com o tratamento?
R- As dores passaram e agora consigo mastigar tudo o que quero.

9- Como você se sente hoje?
R- Me sinto muito bem.

10- Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
R- Que procure um profissional competente e especialista na área da dor.

Paciente - Meire Pimenta
Profissão - Administradora

1 - De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia?
R - As dores impediam que eu levasse uma vida normal, tinha terríveis dores de cabeça, tanto minha vida profissional quanto social estava sendo alterada devido meu péssimo humor e depressão devido a dor diária.

2 - Como ficava seu humor?
R - Como já disse anteriormente, péssimo. Dificilmente sorria.

3 - Você chegou a ser diagnosticado erroneamente?
R - Sim, várias vezes.

4 - Poderia descrever as dores das lesões que você tinha?
R - Dores de cabeça, no fundo dos olhos tipo enxaqueca.

5 - Qual foi o fator desencadeante das lesões?
R - Excesso de trabalho, tensão e ser muito ansiosa.

6 - Como você tratou?
R - Fui indicada por um colega com o mesmo problema de dor e travamento de boca,a consultar a clinica AZ dtm e dor orofacial , fui tratada pelo Dr. Aprigio Zangerolami, o qual me ajudou a recuperar minha auto estima.

7 - Quais as dificuldades ou facilidades com o tratamento?
R - As maiores dificuldades foi eu aceitar as mudanças de alguns hábitos errôneos no meu dia a dia, mas o tratamento em si foi tranqüilo, e tive todo o apoio do profissional e de todo corpo clinico.

8 - O que mudou com o tratamento?
R - Mudou tudo, mais ânimo no trabalho e na vida social. É muito bom saber que eu também posso ter minha vida sem dor.

9 - Como você se sente hoje?
R - Feliz, segura e esperançosa em melhores dias com certeza.

10 - Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
R - Não desanime em buscar ajuda, e não desista nunca. Apenas busque ajuda com um profissional gabaritado para o tratamento.

1 - De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia?
R - Humor igual. Não conseguia abrir a boca para morder 1 maça ou sanduiches.

2 - Você já tinha feito algum tratamento de d-atm e dor orofacial anterior a esse ?
R - Utilizava a placa sem acompanhamento.

3 - Você tinha noção que os sintomas incluindo a dor de cabeça tinham relação com a disfunção temporomandibular ?
R - Sim.

4 - Como você se sente hoje ?
R - Muito melhor, ótima.

5 - Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
R - Colocar a placa com o Dr. Aprígio e fazer o acompanhamento.

whatsapp