• Depoimentos

    Depoimentos de Clientes

    • Silvana Pereira Fernandes Bonano



        Paciente: Silvana Pereira Fernandes Bonano
        Idade - 36 anos / Prof. Advogada


        1- De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia?
        R- A principio me deixavam de mal humor, depois de algum tempo me deixavam deprimida e desesperada. Demorei 4 meses até ser diagnosticada pelo Dr. Aprigio Zangerolami especialista em dtm e dor orofacial.

        2- Como ficava seu humor?
        R- Muito mal humorada e triste com a sensação de que iria morrer, que tinha uma doença grave.

        3- Você chegou a ser diagnosticada erroneamente?
        R- Não, porém os especialistas a quem recorri não conseguiram identificar o problema, consultei vários profissionais como: neurologista, homeopata, ortopedista, incluisive exames foram feitos como tomografia do crânio.

        4- Poderia escrever as dores das lesões que você sentia?
        R- Eram dores lascinantes na testa entre os olhos, bochechas, nariz e têmporas. Já acordava sentindo dores que pioravam principalmente após o almoço, diariamente.

        5- Qual foi o fator desencadeante das lesões e dores?
        R- Nao sei dizer.

        6- Como você se tratou?
        R- Fiz o diagnóstico correto e um tratamento eficaz e não invasivo na clinica do Dr. Aprigio Zangerolami.

        7- Quais as dificuldades, ou facilidades, como o tratamento?
        R- Dificuldades nenhuma, extremamente fácil quando acompanhado por um profissional especializado e dedicado. Porém é preciso persistência para não parar o tratamento ao primeiro sinal de melhora.

        8- O que mudou na sua vida com o tratamento?
        R- Voltei a sorrir, a ter qualidade de vida, às vezes nem acredito que me livrei daquele tormento.

        9- Como você se sente hoje?
        R- Ótima, sem dor, feliz e aliviada.

        10- Que conselhos , dicas e sugestões você daria para quem tem o mesmo problema?
        R- Não sofra, o tratamento existe é eficaz e esta à disposição , marque uma consulta com Dr. Aprigio Zangerolami com brevidade e abrevie seu sofrimento, o meu durou 4 meses antes de conhecer meu rela problema.
    • Paciente: Jussara Curth



        Paciente - Jussara Curth
        Profissão - Advogada


        1 - De que maneira as dores de cabeça e os outros sintomas influenciavam seu dia a dia?
        R - De maneira a me tirar a concentração do trabalho e prejudicando sobremaneira o meu dia a dia.

        2 - Como era seu humor antes do tratamento?
        R - Mantendo as aparências de bom humor.

        3 - Você já tinha feito algum tratamento de d-atm e dor orofacial, anterior a esse?
        R - Não.

        4 - Você tinha noção que os sintomas incluindo a dor de cabeça tinham relação com a disfunção da articulação temporomandibular?
        R - Não.

        5 - Como se sente hoje, após se submeter ao tratamento com o profissional acima?
        R - Estou conseguindo descansar à noite, recuperando-me para as atividades do dia seguinte, o que me resulta melhor atuação profissional.

        6 - Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
        R- Procurar o Dr. Aprígio.
    • Paciente: Maria Aparecida Gil Bôa



        Paciente: Maria Aparecida Gil Bôa
        Idade- 62 anos


        1 - De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia?
        R - Á noite as dores eram piores, impedindo um sono tranqüilo.

        2 - Como ficava seu humor?
        R - Péssimo

        3 - Você chegou a ser diagnosticada erroneamente?
        R - Não

        4 - Poderia descrever as dores das lesões que você tinha?
        R - Dores de cabeça e de ouvido

        5 - Qual foi o fator desencadeante das lesões?
        R - Excesso de tensão.

        6 - Como você tratou?
        R - Na clínica AZ odontologia com o especialista na área de disfunção temporomandibular e dor orofacial , Dr. Aprigio Zangerolami.

        7 - Quais as dificuldades, ou facilidades, com o tratamento?
        R - O tratamento foi tranqüilo e fácil. Me senti muito segura.

        8 - O que mudou com o tratamento?
        R - Estou sem dor e sem apertar os dentes.

        9 - Como você se sente hoje?
        R - Feliz e sem dor.

        10 - Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
        R - Que procure o quanto antes um profissional de confiança e especialista na área.
    • Paciente: Albino Villas Bôas



        Paciente: Albino Villas Bôas Idade: 52 Anos

        1 - De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia?
        R - Era um travamento, não conseguia trabalhar.

        2 - Como ficava seu humor?
        R - Péssimo. Tentava me controlar o máximo para não explodir.

        3 - Você chegou a ser diagnosticado erroneamente?
        R - Não. Apenas não dei sorte em encontrar o profissional certo (antes).

        4 - Poderia descrever as dores das lesões que você tinha?
        R - Dor lombar, cervical, no pescoço e na cabeça.

        5 - Qual foi o fator desencadeante das lesões?
        R - Profissão, pressão, stress, etc.

        6 - Como você tratou?
        R - Não travava. Tomava analgésicos diariamente.

        7 - Quais as dificuldades ou facilidades com o tratamento?
        R - Com o tratamento atual estou sem analgésicos a 02 semanas e sem dores de cabeça.

        8 - O que mudou com o tratamento?
        R - As dores estão acabando aos poucos.

        9 - Como você se sente hoje?
        R - Muito confiante e sem dores.

        10 - Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
        R - Procurar ajuda imediatamente junto a profissional gabaritado.
    • Paciente: Lucélia Zavattini



        Paciente: Lucélia Zavattini
        Profissão : Advogada


        1- De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia?
        R- As dores mexiam com o meu humor, pois apesar de não serem tão fortes, eram contínuas, ou seja, era um incômodo persistente.

        2- Como ficava seu humor?
        R- Diminuía o meu bom humor, e fatalmente vinha a seguinte pergunta: Porque tinha que acontecer isso? Mas não chegou a afetar meu desempenho profissional.

        3- Você chegou a ser diagnosticado erroneamente?
        R- Não.

        4- Poderia descrever as dores das lesões que você tinha?
        R- Sentia como se um osso roçasse em outro, causando a dor.

        5- Qual foi o fator desencadeador das lesões ?
        R- Foi a tensão acumulada por anos consecutivos.

        6- Como você se tratou?
        R- Tratei conforme orientação do especialista em dor orofacial e disfunção de atm, com compressas frias e quentes, laser terapia, exercícios orientados pelo profissional, uso da placa neuro muscular durante a noite e aplicações de eletro pós estimulação em pontos doloridos e a correção de hábitos nocivos adquiridos.

        7- Quais as dificuldades, ou facilidades, com o tratamento?
        R- O tratamento em si não é difícil, basta ter vontade e perseverança.

        8-O que mudou com o tratamento?
        R- O tratamento funcionou perfeitamente, a impressão que eu tenho agora é que nunca tive problema nenhum.

        9-Como você se sente hoje?
        R- Me sinto bem, consciente que devo me policiar para não tencionar a mandíbula, não apertar os dentes, e ter postura adequada.

        10- Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
        R- Procurar um bom profissional especializado e seguir direito o tratamento, ser disciplinado e persistente com o mesmo. Ser consciente que em grande parte a eficácia do tratamento depende da própria pessoa.
    • Paciente: Rodrigo dos Reis Pinto



        Paciente - Rodrigo dos Reis Pinto
        Profissão - Funcionário público


        1 - De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia?
        R - Perdia dias de trabalho, festas etc.

        2 - Como ficava seu humor?
        R - Ruim.

        3 - Você chegou a ser diagnosticado erroneamente?
        R - Sim.

        4 - Poderia descrever as dores das lesões que você tinha?
        R - Dores fortes, com enjôos.

        5 - Qual foi o fator desencadeante das lesões?
        R - Tensão.

        6 - Como você tratou?
        R - Com exercícios, dieta, medicamentos específicos, placa miorrelaxante, etc.

        7 - Quais as dificuldades ou facilidades com o tratamento?
        R - Sem dificuldades.

        8 - O que mudou com o tratamento?
        R - Tenho mais disposição.

        9 - Como você se sente hoje?
        R - Muito bem.

        10 - Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
        R - Cuidem-se. O tratamento vale a pena e dá resultados.
    • Paciente: Nilza Rabello



        Nome do paciente: Nilza Rabello
        Profissão: Professora


        1- De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia ?
        R- Influenciavam no modo de levar a vida, sem vontade de sair e de conversar.

        2- Como ficava seu humor?
        R- Mal

        3- Você chegou a ser diagnosticado erroneamente?
        R- Infelizmente sim.

        4- Poderia descrever as dores das lesões que vc tinha?
        R- Dores bilaterais, sentido da cabeça e pescoço.

        5- Qual foi o fator desencadeador das lesões?
        R- Não me lembro, só sei que comecei a sentir as dores à 12 anos.

        6- Como vc se tratou?
        R- Primeiro fui ao dentista que me indicou o especialista em disfunção temporomandibular e dor orofacial – Dr. Aprigio Zangerolami

        7- Quais as dificuldades , ou facilidades , com o tratamento?
        R- Só facilidades, com a colocação da placa, e os ajustes, fui seguindo as orientações do profissional e a dor foi passando.

        8- O que mudou com o tratamento?
        R- As dores passaram e agora consigo mastigar tudo o que quero.

        9- Como você se sente hoje?
        R- Me sinto muito bem.

        10- Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
        R- Que procure um profissional competente e especialista na área da dor.
    • Paciente: Meire Pimenta



        Paciente - Meire Pimenta
        Profissão - Administradora


        1 - De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia?
        R - As dores impediam que eu levasse uma vida normal, tinha terríveis dores de cabeça, tanto minha vida profissional quanto social estava sendo alterada devido meu péssimo humor e depressão devido a dor diária.

        2 - Como ficava seu humor?
        R - Como já disse anteriormente, péssimo. Dificilmente sorria.

        3 - Você chegou a ser diagnosticado erroneamente?
        R - Sim, várias vezes.

        4 - Poderia descrever as dores das lesões que você tinha?
        R - Dores de cabeça, no fundo dos olhos tipo enxaqueca.

        5 - Qual foi o fator desencadeante das lesões?
        R - Excesso de trabalho, tensão e ser muito ansiosa.

        6 - Como você tratou?
        R - Fui indicada por um colega com o mesmo problema de dor e travamento de boca,a consultar a clinica AZ dtm e dor orofacial , fui tratada pelo Dr. Aprigio Zangerolami, o qual me ajudou a recuperar minha auto estima.

        7 - Quais as dificuldades ou facilidades com o tratamento?
        R - As maiores dificuldades foi eu aceitar as mudanças de alguns hábitos errôneos no meu dia a dia, mas o tratamento em si foi tranqüilo, e tive todo o apoio do profissional e de todo corpo clinico.

        8 - O que mudou com o tratamento?
        R - Mudou tudo, mais ânimo no trabalho e na vida social. É muito bom saber que eu também posso ter minha vida sem dor.

        9 - Como você se sente hoje?
        R - Feliz, segura e esperançosa em melhores dias com certeza.

        10 - Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
        R - Não desanime em buscar ajuda, e não desista nunca. Apenas busque ajuda com um profissional gabaritado para o tratamento.
    • Paciente: Vera Kehdi



        Paciente - Vera Kehdi

        1 - De que maneira as dores de cabeça influenciavam seu dia a dia?
        R - Humor igual. Não conseguia abrir a boca para morder 1 maça ou sanduiches.

        2 - Você já tinha feito algum tratamento de d-atm e dor orofacial anterior a esse ?
        R - Utilizava a placa sem acompanhamento.

        3 - Você tinha noção que os sintomas incluindo a dor de cabeça tinham relação com a disfunção temporomandibular ?
        R - Sim.

        4 - Como você se sente hoje ?
        R - Muito melhor, ótima.

        5 - Que conselhos, dicas e sugestões você daria para quem pode ter o mesmo problema?
        R - Colocar a placa com o Dr. Aprígio e fazer o acompanhamento.

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